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Acidente com aeronave da Polícia Militar causa a morte de três policiais em Ipatinga e incidente em BH deixa piloto carbonizado

Acidente com aeronave da Polícia Militar causa a morte de três policiais em Ipatinga e incidente em BH deixa piloto carbonizado

Um acidente envolvendo uma aeronave da Polícia Militar resultou na morte de três policiais na tarde desta sexta-feira, 9 de novembro, nas proximidades do aeroporto regional do Vale do Aço, localizado no distrito industrial de Santana do Paraíso, em Ipatinga, Minas Gerais. O incidente ocorreu por volta das 16 horas, pouco após a decolagem da aeronave, um avião modelo King Air B300, conhecido como Pegasus 17 PP-EJO, pertencente à Polícia Militar de Minas Gerais. Segundo informações oficiais, a aeronave caiu logo após decolar do aeroporto, causando uma explosão que gerou uma extensa coluna de fumaça preta visível de longe, sinalizando a gravidade do acidente.

A Polícia Militar confirmou que a aeronave tinha acabado de deixar a pista quando ocorreu o acidente, que provocou a destruição do avião e a morte instantânea dos três ocupantes, cujas identidades ainda não foram divulgadas pelas autoridades. Equipes de bombeiros foram acionadas imediatamente ao local, onde duas viaturas atenderam à ocorrência. O avião caiu às margens do córrego Garrafinha, numa área situada entre o muro de proteção do aeroporto e o loteamento Cidade Jardim, uma região que fica próxima ao distrito industrial de Santana do Paraíso.

Este não foi o único incidente envolvendo aeronaves na região na mesma manhã. Ainda na sexta-feira, um outro acidente ocorreu em Belo Horizonte, na zona norte da cidade. Um avião caiu dentro de um pátio de manutenção do metrô, localizado no bairro São Gabriel. O piloto, que era o único ocupante da aeronave, morreu carbonizado após a colisão. Segundo o Corpo de Bombeiros, a aeronave colidiu contra uma estrutura do galpão de manutenção e atingiu a fiação elétrica instalada na área, além de cair sobre os trilhos do metrô. Para conter as chamas, foi necessário o uso de espuma mecânica (LGE), que conseguiu apagar o fogo nas asas do avião, sem que as chamas se espalhassem para o interior do galpão ou atingissem os vagões presentes na linha ferroviária.

Funcionários que estavam no local conseguiram escapar sem ferimentos, e as causas do acidente ainda estão sendo investigadas pelas autoridades competentes. O corpo do piloto foi resgatado em estado de carbonização, e a perícia deverá determinar as razões que levaram à queda da aeronave na manhã de sexta-feira, uma ocorrência que reforça a necessidade de apuração detalhada para evitar novos incidentes.

Esses acidentes destacam a complexidade de operações aéreas na região e a importância de rigorosos procedimentos de segurança, além de evidenciar os riscos enfrentados por profissionais de aviação, especialmente em contextos de operações policiais e de manutenção. As investigações continuam em andamento para esclarecer as circunstâncias específicas de cada incidente, bem como possíveis fatores contributivos, como condições meteorológicas, falhas técnicas ou outras causas ainda não reveladas.

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