O aprendiz de marketing Samuel Johnson, de 21 anos, precisou procurar atendimento em um pronto-socorro depois de machucar o pescoço ao tentar retirar uma toalha que havia ficado presa atrás de sua cabeça. O movimento para soltar o tecido provocou um estalo e desencadeou uma dor que se intensificou ao longo do dia. Segundo o relato feito pelo jovem em suas redes sociais, um médico identificou uma distensão nervosa na região, acompanhada de inchaço causado pela compressão de um nervo.
O incidente ocorreu em 30 de setembro, quando Samuel, que é inglês, estava atrasado para o trabalho. Ele costumava levantar às 6 horas, mas naquele dia acordou às 6h45. Com apenas 15 minutos para se arrumar e sair de casa, tentou acelerar a rotina matinal: molhou os cabelos diretamente na torneira e começou a secá-los de forma apressada.
Enquanto usava a toalha, o tecido se enroscou na parte posterior da cabeça. Na tentativa de soltá-lo rapidamente, Samuel puxou a toalha. O movimento repentino fez com que ele ouvisse um estalo no pescoço. Embora tenha percebido o desconforto, o jovem afirmou que, naquele momento, a dor ainda não parecia forte o suficiente para impedi-lo de seguir com os planos.
Samuel imaginou que tivesse sofrido apenas uma distensão muscular e decidiu ir trabalhar. No entanto, a condição piorou gradualmente durante o expediente. A dor aumentou, os movimentos ficaram limitados e ele passou a ter dificuldade para virar a cabeça. Quando retornou para casa, o incômodo havia se tornado significativamente mais intenso.
“Cheguei do trabalho e desabei em lágrimas porque estava com muita dor. Minha mãe disse que eu precisava ir ao pronto-socorro”, relatou o jovem.
De acordo com Samuel, o pescoço apresentava inchaço e uma sensação de latejamento. A dor estava concentrada no centro da região e se estendia até o ombro direito. No serviço de saúde, ele recebeu a explicação de que havia sofrido uma distensão nervosa. O atendimento também apontou que o inchaço estava associado à compressão de um nervo.
Após ser medicado com analgésicos, Samuel foi liberado. Na manhã seguinte, ainda enfrentava bastante dificuldade para movimentar o pescoço, conforme seu próprio relato. Uma semana depois do episódio, disse que havia apresentado melhora, embora algumas dores ainda persistissem.
O caso levou o jovem a afirmar que pretende redobrar a atenção ao executar tarefas simples, especialmente quando estiver com pressa. Em tom de brincadeira, também declarou que não pretende se atrasar novamente. Para Samuel, a experiência mostrou que a tentativa de ganhar alguns minutos antes do trabalho pode resultar em consequências inesperadas.
“A principal lição que aprendi é que não vale a pena sacrificar a saúde para chegar ao trabalho na hora”, declarou.


