Um feto humano de aproximadamente 10 centímetros foi encontrado nesta segunda-feira (2) por trabalhadores da Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa), na Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) localizada em Ribeirão das Neves, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. O caso é investigado pelas autoridades, e ainda não há informações sobre a origem do feto ou sobre as circunstâncias em que ele chegou ao sistema sanitário.
Segundo as informações iniciais, os funcionários realizavam a limpeza da grade do sistema de tratamento de esgoto quando localizaram o feto retido entre o material acumulado no local. O procedimento fazia parte das atividades de manutenção da estação, mas foi interrompido após a identificação do material humano.
Um serviço de remoção foi acionado para fazer o recolhimento do feto. A perícia da Polícia Civil também esteve na estação para realizar os procedimentos necessários à investigação. A atuação pericial deverá contribuir para a coleta de elementos que possam esclarecer as circunstâncias do caso.
Até o momento, não foi informado há quanto tempo o feto permanecia no sistema de esgoto. Também não há detalhes sobre a forma como ele foi parar na estação de tratamento, nem informações sobre a origem do material encontrado pelos trabalhadores.
A Copasa informou, por meio de nota, que lamenta o ocorrido. A companhia afirmou que os colaboradores acionaram a Polícia Militar assim que identificaram a situação na estação de tratamento de esgoto.
“A Companhia está prestando todo o suporte e colaboração necessários às autoridades policiais e periciais para a apuração dos fatos. Demais informações sobre o caso deverão ser tratadas diretamente com os órgãos competentes pela investigação”, declarou a Copasa.
A investigação deverá apurar as circunstâncias relacionadas ao encontro do feto, incluindo a origem e o período em que ele permaneceu no sistema sanitário antes de ser localizado durante a limpeza da grade. Até a publicação desta matéria, não havia informações adicionais divulgadas pelas autoridades sobre o andamento do caso.
O Hoje em Dia entrou em contato com a Polícia Civil e aguardava retorno. A corporação foi procurada para informar detalhes sobre os procedimentos adotados no local e sobre eventuais medidas previstas na apuração.


