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Bombeiros retomam buscas pela fotógrafa desaparecida após queda em rio durante trilha no PR

Bombeiros retomam buscas pela fotógrafa desaparecida após queda em rio durante trilha no PR

As equipes de resgate retomaram as buscas pela fotógrafa Ana Paula Silveira Cardoso, que permanece desaparecida desde o sábado, 25 de julho, após cair em um rio durante uma trilha em Sapopema, no Paraná. A jovem havia tentado atravessar o curso d’água e acabou somando-se aos registros de pessoas desaparecidas em áreas de difícil acesso durante atividades de natureza.

No domingo, 26 de julho, o Corpo de Bombeiros Militar do Paraná (CBMPR) manteve as buscas na região, com apoio de drone para mapear trechos de difícil visualização. As operações ocorreram tanto pela manhã quanto à tarde, mas, segundo as informações disponíveis, Ana Paula não foi localizada ao longo dos serviços realizados naquele dia.

À medida que as buscas seguiram sem êxito, os trabalhos foram suspensos no início da noite de domingo e, na segunda-feira, 27 de julho, foram retomados com um planejamento específico para o caso. Familiares da fotógrafa relataram que a corporação elaborou um plano de resgate, traçou rotas viáveis e definiu um raio de busca que poderia indicar onde a jovem poderia estar.

Participação de diferentes atores na operação

Além dos bombeiros, participaram das ações de busca especialistas em técnicas de localização. Entre os envolvidos estavam biólogos de campo, que costumam auxiliar em operações que demandam avaliação de habitats naturais, bem como um fazendeiro que reside próximo à área onde Ana desapareceu. Familiares da jovem também permanecem no local acompanhando o andamento dos trabalhos.

Mobilização nas redes e situação de comunicação

Para ampliar a mobilização em torno do caso, amigos de Ana Paula criaram um perfil no Instagram com o objetivo de pressionar as autoridades a reforçarem as buscas. A reportagem entrou em contato com o CBMPR para obter um posicionamento sobre o andamento das operações, mas até o fechamento deste material não havia confirmação pública por parte da instituição.

Em um dos stories publicados pelo perfil colaborativo, Mari Grote, bióloga de campo e escaladora, afirmou ter se juntado aos esforços de busca e manifestou otimismo em encontrar a vítima com vida. “Temos esperança de encontrá-la com vida, porque da queda de onde ela esteve até o fosso onde a amiga foi encontrada, é uma queda de cachoeira só. A esperança é que ela tenha saído da água e esteja na mata, nessa lateral”, disse a pesquisadora.

O caso permanece sob acompanhamento das autoridades locais, com a expectativa de que novas informações sejam divulgadas nos próximos dias. A investigação e a continuidade das buscas devem levar em conta as condições do terreno, o tempo decorrido desde o incidente e os recursos disponíveis para ampliar a área de varredura na região de Sapopema.

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