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Flávio Bolsonaro nega intenção de privatizar Petrobras e rebate rumores de mudanças no Farmácia Popular

Flávio Bolsonaro nega intenção de privatizar Petrobras e rebate rumores de mudanças no Farmácia Popular

O senador Flávio Bolsonaro (PL), candidato à Presidência da República, afirmou nesta sexta-feira, 9 de outubro, que não possui planos de privatizar a Petrobras, desmentindo rumores que têm sido disseminados por adversários políticos. Em declarações feitas durante entrevista, Flávio classificou as alegações de privatização da estatal como “boataria do PT” e reforçou seu compromisso com o programa Farmácia Popular, negando qualquer intenção de encerrá-lo.

Durante a entrevista, o senador explicou que suas propostas incluem a modernização do Farmácia Popular, com ações voltadas a ampliar o alcance do programa. Entre as melhorias citadas, está a entrega de medicamentos nas residências dos beneficiários e o envio de mensagens de celular para lembrar os pacientes dos horários de tomar os remédios. Flávio afirmou que seu objetivo é aprimorar o programa, tornando-o mais eficiente e acessível, ao contrário do que tem sido divulgado por seus adversários.

A declaração de Flávio Bolsonaro ocorre em um contexto de forte disputa eleitoral, no qual sua candidatura tem sido alvo de ataques relacionados a propostas de privatização de estatais. Na semana passada, a campanha do senador acionou a Justiça Eleitoral após publicações feitas por deputados federais que atribuíam a ele propostas como a privatização da Petrobras, além de medidas como o aumento da idade mínima para aposentadoria e a implementação de uma escala de trabalho 7×0. Essas publicações foram consideradas falsas e, por isso, tiveram conteúdo removido por determinação do ministro André Mendonça, vice-presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

A ação judicial foi motivada pelo fato de que essas propostas não constavam no plano de governo apresentado por Flávio Bolsonaro, o que reforça a sua posição de que tais alegações são infundadas. Além disso, a campanha do senador também destacou que, em declarações públicas, o próprio coordenador econômico do time de campanha, Adolfo Sachsida, descartou a privatização da Petrobras, bem como de outras instituições financeiras estatais, como o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal.

A postura de Flávio Bolsonaro de negar veementemente qualquer intenção de privatizar a Petrobras reflete uma estratégia de fortalecimento de sua imagem perante os eleitores, especialmente diante de acusações e rumores disseminados por adversários. O senador também pediu que seus apoiadores ajudem a combater as notícias falsas, que ele classifica como uma tática do PT para prejudicar sua campanha.

O episódio evidencia a importância do debate sobre a privatização de estatais no cenário eleitoral de 2024, além de demonstrar a atenção do candidato às questões de transparência e fidelidade às propostas apresentadas. A disputa pelo cargo máximo do Executivo segue acirrada, com temas econômicos e de gestão pública em destaque na pauta de campanha.

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