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Irmão de Isabelle Caracristi confirma que estudante de direito estava grávida no momento da morte

Irmão de Isabelle Caracristi confirma que estudante de direito estava grávida no momento da morte

O irmão da estudante de direito Isabelle Caracristi, de 22 anos, revelou que a jovem estava grávida na ocasião de sua morte, ocorrida em Fortaleza, Ceará. Rafael Magalhães afirmou que a família teve acesso à confirmação da gestação, embora ainda não possa divulgar detalhes específicos para não prejudicar as investigações policiais. A informação, ainda não confirmada oficialmente pela perícia, reforça o mistério que envolve o caso, cuja investigação está em andamento pela Polícia Civil do Ceará.

A perícia criminal da Perícia Forense do Estado do Ceará (Pefoce) apontou que a causa da morte de Isabelle foi politraumatismo, decorrente de lesões no corpo compatíveis com impacto contra o solo. A jovem foi encontrada sem vida no pátio do condomínio onde residia, na região da Aldeota, na noite de 13 de setembro. Imagens de câmeras de segurança do prédio mostram os últimos momentos de Isabelle, que foi vista entrando no elevador em direção ao terraço do edifício aproximadamente 88 minutos antes de seu corpo ser localizado.

De acordo com as imagens, Isabelle foi registrada caminhando pelo condomínio antes de desaparecer de vista. A polícia analisa a cronologia dos deslocamentos da estudante e de seu namorado, João Munhoz Neto, que permanece foragido. As imagens estão sendo minuciosamente examinadas para esclarecer os movimentos da jovem e possíveis circunstâncias que levaram à sua morte. As diligências continuam, com a intenção de esclarecer as circunstâncias do ocorrido.

Isabelle morava com o namorado, João Munhoz Neto, e a mãe dele. A estudante cursava o segundo semestre do curso de Direito e havia realizado um estágio de aproximadamente 20 dias em um escritório de advocacia na capital cearense. Segundo a própria empresa, ela solicitou o desligamento em agosto, alegando motivos pessoais. O relacionamento com João Munhoz começou após o estágio, e o casal teria se conhecido na mesma empresa.

A mãe de Isabelle, a professora Isorlanda Caracristi, relatou que percebeu o desaparecimento da filha na segunda-feira, 14 de setembro, após tentar contato com ela na noite anterior, sem sucesso. Segundo a professora, a última mensagem trocada com a filha foi pouco antes do anoitecer do dia anterior. Na manhã seguinte, ela tentou falar com o namorado de Isabelle, mas foi bloqueada por ele e pela mãe dele. Desesperada, a mulher foi até o condomínio e recebeu a confirmação da morte de Isabelle da síndica, que informou que o corpo da jovem já havia sido encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML).

Até o momento, não há um laudo oficial da perícia que determine a causa exata da morte de Isabelle. A Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS) informou que as investigações continuam, com a análise das imagens e de outros elementos coletados no local. O caso permanece sob investigação, enquanto a polícia busca esclarecer as circunstâncias que envolveram a tragédia.

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