Uma pesquisa divulgada nesta segunda-feira, 21 de setembro, pela Quaest Consultoria de Opinião revelou que, em um eventual segundo turno das eleições presidenciais, o senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece numericamente à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Segundo o levantamento, Flávio possui 42% das intenções de voto, enquanto Lula soma 41%, configurando uma disputa tecnicamente empatada dentro da margem de erro de dois pontos percentuais.
Este cenário representa uma mudança em relação ao levantamento anterior, divulgado em 14 de setembro, quando Flávio Bolsonaro tinha 42% das intenções de voto e Lula aparecia com 40%. Assim, a diferença de votos entre os dois candidatos se mantém dentro da margem de erro, mas sinaliza uma possível oscilação favorável ao senador, que passou a liderar numericamente na pesquisa mais recente.
A pesquisa Quaest foi realizada entre os dias 17 e 20 de setembro, por meio de entrevistas com 2.004 pessoas com 16 anos ou mais, distribuídas por diversas regiões do país. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança adotado é de 95%. O levantamento foi registrado sob o número BR-06004/2026, atendendo aos critérios de transparência e credibilidade exigidos pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Além do cenário de Flávio Bolsonaro versus Lula, a pesquisa também testou outros possíveis confrontos de segundo turno, incluindo candidatos como Augusto Cury, Ronaldo Caiado, Renan Santos e Romeu Zema, embora os resultados específicos desses cenários não tenham sido detalhados nesta divulgação.
No primeiro turno, a pesquisa aponta Lula com 37% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro registra 33%. Esses números indicam uma vantagem preliminar do candidato do PT na disputa inicial, embora a diferença esteja dentro da margem de erro, o que reforça a competitividade do cenário eleitoral.
A relevância dos dados divulgados pela Quaest reside na sua capacidade de refletir as tendências de intenção de voto em um momento crucial do processo eleitoral, evidenciando uma possível mudança no favoritismo e demonstrando a dinâmica das preferências dos eleitores brasileiros. A disputa pelo cargo máximo do Executivo, portanto, permanece acirrada, com oscilações que podem influenciar o rumo das campanhas nas próximas semanas.


