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Zucco lidera com 49% das intenções de voto no segundo turno para o governo do Rio Grande do Sul, aponta pesquisa

Zucco lidera com 49% das intenções de voto no segundo turno para o governo do Rio Grande do Sul, aponta pesquisa

Uma nova pesquisa de intenção de votos realizada pelo instituto Real Time Big Data aponta que o deputado estadual Zucco (PL) mantém vantagem no segundo turno da eleição para o governo do Rio Grande do Sul, com 49% das preferências dos eleitores. A candidata Juliana Brizola (PDT) aparece com 44% das intenções de voto, enquanto 4% dos entrevistados declararam que votarão em branco ou nulo. Ainda, 3% dos participantes disseram não saber ou não responderam à questão. Os dados foram divulgados nesta terça-feira, 29 de setembro, e refletem uma amostra de 1.600 pessoas entrevistadas entre os dias 24 e 28 do mesmo mês.

A pesquisa possui uma margem de erro de dois pontos percentuais, com um nível de confiança de 95%, garantindo maior segurança na representatividade dos resultados. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código RS-05412/2026, atendendo aos critérios de transparência e legalidade exigidos para pesquisas eleitorais no país.

No primeiro turno, realizado anteriormente, Zucco obteve 41% das intenções de voto, enquanto Juliana Brizola conquistou 36%. Os demais candidatos que participaram da disputa foram Gabriel Souza, do MDB, com 20%, e Marcelo Maranata, do PSDB, com 2%. Esses números indicam uma vantagem de Zucco, embora a diferença entre ele e Brizola seja de apenas cinco pontos percentuais, o que sugere uma campanha bastante disputada e com potencial de mudança até o dia da votação.

Disputa pelo Senado e cenário político no Rio Grande do Sul

Além da corrida ao governo, a disputa pelas duas vagas ao Senado da República no Rio Grande do Sul apresenta um cenário de maior fragmentação. Segundo levantamento recente, cinco nomes estão tecnicamente empatados na preferência dos eleitores. O deputado federal Marcel Van Hattem (Novo) lidera com 23% das intenções de voto, seguido por Sanderson (PL), com 19%. Ambos estão bastante próximos nas preferências, indicando uma disputa acirrada. Na sequência, aparecem Manuela D’Ávila (PSol), com 18%, e Pimenta (sem partido), com 16%, ambos também considerados na faixa de empate técnico.

Este cenário evidencia uma polarização moderada, com várias candidaturas competitivas, o que deve manter o eleitorado dividido até o dia da votação. A fragmentação das intenções de voto entre cinco candidatos reforça a importância de estratégias de campanha voltadas para diferentes segmentos do eleitorado, além de indicar uma possível necessidade de segundo turno na disputa pelo Senado, dependendo do resultado final.

A composição do quadro político no Rio Grande do Sul revela um cenário de equilíbrio entre as principais forças, refletindo a diversidade de opiniões e preferências dos eleitores gaúchos. A expectativa é de que os próximos dias de campanha sejam decisivos para definir os nomes que irão representar o estado no executivo e no legislativo federal nos próximos anos.

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