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Campeonato Mundial Feminino de Basquete 2026 tem início na Alemanha sem participação do Brasil

Campeonato Mundial Feminino de Basquete 2026 tem início na Alemanha sem participação do Brasil

A Copa do Mundo Feminina de Basquete 2026 teve seu pontapé inicial nesta sexta-feira (4), em Berlim, na Alemanha, marcando o começo de uma competição que reúne 16 seleções de diferentes países. O evento, que ocorre em um formato de fase de grupos seguido de fases eliminatórias, promete ser um dos principais palcos do basquete feminino internacional, com destaque para a tentativa dos Estados Unidos de manter sua hegemonia histórica e a ausência do Brasil, que não participa do torneio pela terceira edição consecutiva.

A competição acontece em horários que variam entre as manhãs e tardes do Brasil, com os primeiros jogos iniciando às 6h30 (horário de Brasília). Os confrontos de abertura envolveram Austrália contra Porto Rico e Japão contra Mali, ambos com início às 6h30. Outros jogos, como Hungria versus França, estão programados para as 16h. Além disso, há partidas às 9h30 e às 12h45, mantendo um padrão de horários que se repete ao longo de toda a fase de grupos. Essa estrutura visa facilitar o acompanhamento das partidas por diferentes públicos ao redor do mundo, especialmente considerando a diferença de fusos horários.

Os Estados Unidos, tetracampeões mundiais e vencedores de oito das últimas 10 edições do torneio, aparecem mais uma vez como favoritos ao título. A equipe norte-americana inicia sua participação às 9h15 (horário de Brasília), enfrentando a China, em uma reedição da final da última edição do Mundial, realizada em 2018. A expectativa é de que as estadunidenses busquem consolidar sua hegemonia, que se estende por quase duas décadas, reforçada por uma equipe tradicionalmente forte e com histórico de sucesso.

Por outro lado, o torneio também apresenta adversários considerados outsiders na disputa pelo título, como a Bélgica, que chega ao Mundial com uma geração talentosa e atualmente é a campeã europeia. Outras seleções que podem surpreender incluem França, Austrália e China, todas com potencial para avançar às fases finais e desafiar o favoritismo dos Estados Unidos.

No Brasil, a cobertura oficial é limitada, com a plataforma CazéTV transmitindo alguns jogos pelo YouTube, além de exibir partidas no canal oficial da FIBA. Para assistir a todos os confrontos, a principal opção é a assinatura do serviço de streaming DAZN, que detém os direitos de transmissão do torneio.

A participação brasileira no Mundial de Basquete Feminino foi encerrada após uma derrota para a China, ocorrida em março deste ano. Essa derrota resultou na ausência do Brasil na competição, marcando uma ausência que já dura 12 anos, desde a última participação em 2012, na Turquia, quando a equipe foi eliminada nas quartas de final após derrota para a França. A história do basquete feminino brasileiro é marcada por sua conquista mundial em 1994, com uma equipe liderada por Paulo e Hortência, além de uma última participação destacada em 2006, quando chegou às semifinais.

O formato do torneio prevê a participação de 16 seleções divididas em quatro grupos de quatro equipes cada. Os times se enfrentam em jogos únicos dentro de seus grupos, com os três melhores de cada grupo avançando às fases eliminatórias. Os líderes de cada grupo garantem vaga direta às quartas de final, enquanto os segundos e terceiros precisam disputar as oitavas. A fase de mata-mata se estende até 13 de setembro, data em que será disputada a final do Mundial.

A programação do campeonato inclui jogos até o dia 7 de setembro, com a fase decisiva começando em 8 de setembro e culminando na grande final no dia 13. O evento promete ser uma oportunidade de destaque para o basquete feminino internacional, com várias equipes buscando o título e a consolidação de novas estrelas na modalidade.

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