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Lupi afirma que PDT permanece aberto a alianças com PSDB, Solidariedade, União Brasil e PP em Minas Gerais

Lupi afirma que PDT permanece aberto a alianças com PSDB, Solidariedade, União Brasil e PP em Minas Gerais

O presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, afirmou neste domingo (26) que a legenda está em negociações ativas para montar a chapa do partido em Minas Gerais, mencionando conversas com PSDB, Solidariedade, União Brasil e PP. Ele participa da convenção da sigla na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), em Belo Horizonte, que oficializa a chapa de candidatos a deputados federais e estaduais pelo estado e confirma Alexandre Kalil como nome para o governo estadual.

A cerimônia realizada na ALMG tem o objetivo de consolidar a composição eleitoral do PDT para o pleito mineiro, incluindo a indicação de candidatos a Casa para federal e estadual. Em entrevista, Lupi ressaltou que o alinhamento nacional do PDT com a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não impacta as tratativas políticas em âmbito estadual. O dirigente ainda destacou que a indefinição na política de Minas envolve, entre outros componentes, a situação do senador Cleitinho Azevedo (Republicanos).

“Tem várias conversas, com o próprio PSDB, com o Solidariedade, com o União Brasil, com o PP. Tem conversa com vários partidos. Você vê, ontem mesmo teve um candidato que nem foi na sua própria convenção. Então, olha como Minas guarda muitas emoções”, afirmou Lupi, ao comentar o cenário estadual.

O presidente nacional do PDT mencionou a ausência de Cleitinho Azevedo na convenção do Republicanos realizada no sábado (25). O senador ainda não definiu se disputará o governo de Minas, mesmo liderando as pesquisas de intenção de voto, segundo a leitura de autoridades locais. A justificativa para o não comparecimento, segundo a narrativa do PDT, é o momento de luto pela morte do irmão do parlamentar, ocorrido no fim de semana anterior.

Lupi também reiterou a proximidade com Aécio Neves (PSDB), de quem Kalil negocia possíveis acordos para a campanha. Segundo o dirigente, as alianças devem ser avaliadas estado a estado, respeitando as particularidades locais. Em Minas, ele indicou que há várias possibilidades de aliança, incluindo com o PSDB, destacando ainda que o palanque nacional já está definido: o PDT apoiará Lula. Sobre a atuação de Kalil, o líder pedetista disse que o ex-prefeito de Belo Horizonte ficará responsável pela própria campanha, desde que conte com aliados que contribuam para a sua vitória. “O Kalil vai ficar fazendo a campanha dele. O compromisso que ele pediu é esse: ‘eu só quero fazer a minha campanha’. Então, ele vai fazer a campanha dele com os aliados que forem convenientes para ajudar a sua eleição”, declarou.

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